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	<title>Tella Comunicação</title>
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	<description>Uma agência de nome curto e ideias longas.</description>
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	<title>Tella Comunicação</title>
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		<title>Quando a marca fala demais e diz pouco: o problema não é conteúdo, é posicionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tella Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 01:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia começa. Você pega o celular e abre o Instagram. Post patrocinado. Propaganda. Você continua rolando o feed: mais posts, mais marcas, mais vídeos que parecem iguais aos que você viu ontem. Você até assiste, mas não lembra quem publicou. E isso diz muito. Nunca se produziu tanto conteúdo. Nunca se postou tanto. E, [&#8230;]</p>
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<p>O dia começa. Você pega o celular e abre o Instagram. Post patrocinado. Propaganda. Você continua rolando o feed: mais posts, mais marcas, mais vídeos que parecem iguais aos que você viu ontem. Você até assiste, mas não lembra quem publicou. E isso diz muito.</p>



<p>Nunca se produziu tanto conteúdo. Nunca se postou tanto. E, paradoxalmente, nunca foi tão difícil lembrar das marcas.</p>



<p>O feed está cheio, os calendários editoriais estão organizados, os posts seguem tendências, formatos e datas comemorativas. Ainda assim, muitas marcas têm a sensação de que estão falando o tempo todo e, mesmo assim, não estão sendo ouvidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O excesso de conteúdo e a perda de identidade das marcas</strong></h2>



<p>O problema raramente é volume. É sentido.</p>



<p>Em algum momento, muitas marcas passaram a confundir <strong>quantidade de conteúdo com estratégia de comunicação</strong>. Postar todos os dias virou prova de presença. Seguir trends virou sinônimo de relevância. Ter campanha o tempo todo virou sinal de marca ativa.</p>



<p>Mas comunicação não é sobre ocupar espaço. É sobre construir significado.</p>



<p>Quando uma marca publica muito sem uma narrativa clara, ela não fortalece sua imagem — ela a dilui. Cada post vira um ponto solto. Cada campanha começa do zero. Cada mensagem compete com a anterior. O resultado é conhecido: esforço alto, impacto baixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que postar todos os dias não é estratégia de marca</strong></h2>



<p>Marcas que falam demais costumam ter algo em comum: dificuldade de responder, com clareza, a uma pergunta simples:</p>



<p><strong>O que queremos que as pessoas entendam sobre nós?</strong></p>



<p>Sem essa resposta, qualquer assunto serve. Qualquer gancho é aproveitado. Qualquer formato parece válido. A comunicação vira uma colagem de ideias que até fazem sentido isoladamente, mas não constroem identidade.</p>



<p>Não é que o conteúdo seja ruim. Ele só não se conecta.<br>E conteúdo que não se conecta não cria memória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Posicionamento claro é o que faz uma marca ser lembrada</strong></h2>



<p>Em um ambiente saturado, falar menos pode ser um ato estratégico. Reduzir não é perder espaço. É ganhar clareza.</p>



<p>Marcas que aprendem a escolher melhor seus temas, seus canais e seus momentos passam a ser mais reconhecíveis. Elas não tentam dizer tudo. Elas repetem o que importa, sob diferentes formatos, mas com a mesma ideia central.</p>



<p>Isso exige maturidade. Exige abrir mão de algumas oportunidades para fortalecer outras. Exige entender que nem toda trend é para a sua marca e que nem todo assunto precisa de opinião.</p>



<p>Mas o retorno é direto: <strong>consistência, reconhecimento e confiança</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="600" src="https://tellacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2026/03/BLOG-TELLA-2.svg" alt="" class="wp-image-1577" style="width:742px;height:auto"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comunicação não é quantidade, é coerência</strong></h2>



<p>É comum culpar o algoritmo, o alcance ou a plataforma quando o conteúdo não performa. Mas, na maioria dos casos, o problema vem antes da publicação.</p>



<p>Marcas com posicionamento forte conseguem variar formatos, canais e frequência sem perder identidade. Porque o que sustenta a comunicação não é o post. É a ideia por trás dele.</p>



<p>No fim, a solução costuma ser menos complexa do que parece: menos barulho e mais intenção.</p>



<p>Comunicar bem não é dizer tudo. É saber o que merece ser dito.<br>É entender que presença não se mede por quantidade, mas por coerência ao longo do tempo.</p>



<p>Talvez o próximo passo para muitas marcas não seja produzir mais conteúdo, mas parar e se perguntar:</p>



<p><strong>o que estamos dizendo, de fato, quando falamos tanto?</strong></p>



<p>Às vezes, falar menos é a forma mais clara de finalmente ser ouvido.</p>
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		<title>Mudança de pensamento: estratégia de posicionamento para atingir novos públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tella Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 05:18:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Posicionamento de marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado adora categorias. Elas organizam apresentações, facilitam planejamentos e ajudam a comparar marcas. Fitness, beleza, tecnologia, bem-estar. Tudo no seu devido quadrado. O problema é que a vida real não funciona assim. As pessoas não vivem compartimentadas — e seus hábitos também não. Categorias ajudam a nascer, mas podem limitar o crescimento Todo posicionamento [&#8230;]</p>
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<p>O mercado adora categorias. Elas organizam apresentações, facilitam planejamentos e ajudam a comparar marcas. Fitness, beleza, tecnologia, bem-estar. Tudo no seu devido quadrado.</p>



<p>O problema é que a vida real não funciona assim. As pessoas não vivem compartimentadas — e seus hábitos também não.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Categorias ajudam a nascer, mas podem limitar o crescimento</strong></h2>



<p>Todo posicionamento começa em um território claro. Um problema específico, um público definido, uma proposta objetiva. Isso é essencial para ganhar relevância inicial.</p>



<p>Mas, com o tempo, o que era foco pode virar limitação.</p>



<p>Quando uma marca acredita que só pode existir dentro da categoria onde nasceu, ela passa a disputar atenção nos mesmos espaços, repetir discursos e falar apenas com quem já concorda com ela.</p>



<p>O crescimento desacelera não por falta de produto, mas por excesso de previsibilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Expandir território não é abandonar o nicho</strong></h2>



<p>Expandir posicionamento não significa abandonar o nicho. Significa entender qual é a <strong>ideia central</strong> que sustenta a marca além do produto que ela vende.</p>



<p>O consumidor já cruzou fronteiras. As marcas ainda estão chegando lá.</p>



<p>Hoje, beleza não é apenas estética. É energia, postura, disposição e bem-estar. Saúde não é só ausência de dor. É equilíbrio, movimento e qualidade de vida.</p>



<p>O autocuidado deixou de ser fragmentado e passou a ser sistêmico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Posicionamento não é onde a marca aparece, é o que ela representa</strong></h2>



<p>Quando marcas ocupam territórios considerados “fora do seu lugar natural”, o estranhamento costuma ser visto como risco. Na prática, ele é um sinal de oportunidade.</p>



<p>O ponto não é o produto. É o significado que ele carrega.</p>



<p>Reposicionar não é aparecer em novos eventos ou canais. É identificar o valor central da marca e perguntar: <strong>em quantos contextos diferentes isso faz sentido?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O verdadeiro risco é parecer óbvio demais</strong></h2>



<p>O medo de confundir o público faz muitas marcas escolherem caminhos seguros demais. Permanecer onde todo mundo espera que elas estejam.</p>



<p>Mas diferenciação raramente nasce do conforto.</p>



<p>Quando uma marca ocupa um território inesperado com coerência, ela cria contraste. E contraste gera atenção, conversa e memória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Marcas que crescem não cabem em uma definição curta</strong></h2>



<p>As marcas mais relevantes dos próximos anos não serão fáceis de rotular. Elas não serão apenas “fitness”, “beleza” ou “bem-estar”.</p>



<p>Serão sistemas de significado, capazes de transitar entre áreas sem perder identidade.</p>



<p>Talvez o exercício mais importante para marcas hoje não seja decidir onde aparecer, mas questionar os limites que nunca precisaram existir.</p>



<p>Porque, muitas vezes, a próxima oportunidade de crescimento não está em um novo público — está em um novo contexto.</p>
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		<title>Do cheiro de vovó ao mercado de luxo: como a Granado se reinventou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tella Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 05:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você entrasse em uma farmácia nos anos 90, provavelmente encontraria um frasco de talco antisséptico associado a um público mais velho, quase invisível aos olhos dos jovens. Corta para 2025. A Granado ocupa hoje o território do luxo acessível, com lojas na Europa, presença em mercados sofisticados e produtos desejados como presente. O que [&#8230;]</p>
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<p>Se você entrasse em uma farmácia nos anos 90, provavelmente encontraria um frasco de talco antisséptico associado a um público mais velho, quase invisível aos olhos dos jovens.</p>



<p>Corta para 2025. A <strong>Granado</strong> ocupa hoje o território do luxo acessível, com lojas na Europa, presença em mercados sofisticados e produtos desejados como presente.</p>



<p>O que aconteceu não foi mágica. Foi um dos processos de <strong>rebranding mais bem executados da história recente do país</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O desafio clássico das marcas tradicionais</strong></h2>



<p>No início dos anos 90, a Granado enfrentava um problema comum a marcas centenárias: desconexão geracional.</p>



<p>Apesar da qualidade dos produtos, a marca competia por preço e utilidade. Quando uma marca disputa apenas custo, ela vira commodity — e commodities são facilmente substituíveis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1000" height="600" src="https://tellacomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2026/01/BLOG-TELLA-4.svg" alt="" class="wp-image-1565"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transformar o antigo em desejável</strong></h2>



<p>A virada começou com uma decisão estratégica: celebrar a história em vez de escondê-la.</p>



<p>O que antes era visto como velho foi ressignificado como vintage, sofisticado e autêntico. Tipografias clássicas, ilustrações botânicas e referências do Rio Imperial transformaram a idade da marca em ativo.</p>



<p>Mais do que estética, houve reposicionamento de categoria. A Granado deixou de ser apenas funcional e passou a ocupar o território do autocuidado, do presente e da experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sair da briga por preço</strong></h2>



<p>O movimento decisivo foi a estratégia de distribuição. Em vez de competir nas prateleiras comuns, a marca investiu em lojas próprias, inspiradas em antigos apotecários.</p>



<p>Esses espaços transformaram a compra em experiência sensorial e elevaram o ticket médio. O cliente deixou de comprar sabonete. Passou a comprar narrativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Internacionalização sustentada por identidade</strong></h2>



<p>A identidade forte permitiu que a Granado ultrapassasse fronteiras. Hoje, a marca exporta mais do que produtos: exporta um imaginário brasileiro sofisticado, com fragrâncias, embalagens e histórias autorais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que o case Granado ensina sobre rebranding</strong></h2>



<p>O rebranding da Granado mostra que reposicionar uma marca é, acima de tudo, uma decisão estratégica e financeira.</p>



<p>Quando a percepção muda, o valor muda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O produto é o mesmo.<br>A história é que passou a ser contada do jeito certo.</h2>
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		<title>Como a Onzex reposicionou a Marejada como um festival de padrão nacional sem perder suas raízes</title>
		<link>https://tellacomunicacao.com.br/a-importancia-da-assessoria-de-imprensa-na-construcao-de-reputacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tella Comunicação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 05:15:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eventos populares carregam algo que nenhuma estratégia cria do zero: memória coletiva. A Marejada, maior festa de pescado do Brasil e uma das maiores celebrações da cultura portuguesa no mundo, é parte da identidade de Itajaí e referência entre os grandes eventos culturais do país. Em 2025, o desafio não era reinventar a Marejada, mas [&#8230;]</p>
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<p>Eventos populares carregam algo que nenhuma estratégia cria do zero: memória coletiva. A Marejada, maior festa de pescado do Brasil e uma das maiores celebrações da cultura portuguesa no mundo, é parte da identidade de Itajaí e referência entre os grandes eventos culturais do país.</p>



<p>Em 2025, o desafio não era reinventar a Marejada, mas <strong>reposicioná-la como um festival de padrão nacional</strong>, elevando a experiência do público e a eficiência da operação sem romper com suas raízes históricas.</p>



<p>Esse foi o ponto de partida da atuação da Onzex, agência responsável pela produção da edição realizada entre 2 e 19 de outubro, no Centreventos Itajaí.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tradição e profissionalização podem caminhar juntas</strong></h2>



<p>Desde o início do projeto, a decisão foi clara: tradição não se substitui, se fortalece.</p>



<p>Por isso, cerca de 90% da operação da Marejada permaneceu com mão de obra e fornecedores locais, preservando o ecossistema cultural e econômico que sustenta a festa há mais de três décadas.</p>



<p>O diferencial esteve na aplicação de metodologias utilizadas em grandes festivais e eventos de experiência. Processos mais rigorosos de logística, segurança, gestão de público, cenografia e fluxo passaram a fazer parte da operação, elevando o padrão técnico do evento sem descaracterizá-lo.</p>



<p>“Nosso desafio foi encontrar o equilíbrio entre tradição e inovação. Não viemos substituir o que já funcionava, mas somar”, explica Thiago Figlioulo, CEO da Onzex.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A experiência do público como eixo do reposicionamento</strong></h2>



<p>A edição de 2025 passou a ser pensada como uma <strong>jornada de experiência</strong>, conceito comum em grandes festivais.</p>



<p>Logo na entrada, o público era recebido por um túnel cenográfico em formato de avião, com sons e imagens de Portugal, que conduzia até um pórtico monumental unindo símbolos da cultura portuguesa e da pesca de Itajaí.</p>



<p>Espaços instagramáveis e áreas temáticas como o Rancho do Pescador, o Porto da Música e o Estaleiro Marejada ajudaram a contar a história da festa de forma contemporânea. A cenografia deixou de ser apenas decorativa e passou a atuar como elemento narrativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Modelo público-privado e profissionalização dos eventos populares</strong></h2>



<p>A produção da Marejada dentro de um modelo público-privado reflete uma tendência crescente no Brasil: a profissionalização de festas populares.</p>



<p>Nesse formato, o município preserva o espírito comunitário e cultural do evento, enquanto a produtora assume responsabilidades técnicas como montagem, cronogramas, manutenção da cenografia e cumprimento das normas de segurança.</p>



<p>Para o público, isso se traduz em mais conforto, organização e diversidade de experiências. Para a cidade, significa aumento do turismo, maior visibilidade nacional e fortalecimento da economia local.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade integrada à experiência do evento</strong></h2>



<p>A sustentabilidade sempre foi um pilar da Marejada, e a edição de 2025 reforçou esse compromisso.</p>



<p>O evento segue livre de plásticos descartáveis, com copos reutilizáveis, distribuição de água gratuita, coleta correta de óleo de cozinha e compostagem de resíduos orgânicos, cujo adubo é doado ao horto municipal.</p>



<p>O papel da Onzex foi estruturar os processos e comunicar essas ações de forma clara, tornando a sustentabilidade parte natural da experiência do festival.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um novo posicionamento para a Marejada</strong></h2>



<p>A edição de 2025 marca um novo capítulo na história da Marejada. A união entre tradição local, mão de obra regional e expertise em grandes festivais reposiciona o evento como um <strong>festival popular de padrão nacional</strong>, sem perder seu DNA cultural.</p>



<p>Mais do que uma festa, a Marejada se consolida como um <strong>case de produção de eventos</strong>, mostrando que é possível respeitar raízes, profissionalizar operações e criar experiências relevantes para público, marcas e cidades.</p>
<p>O post <a href="https://tellacomunicacao.com.br/a-importancia-da-assessoria-de-imprensa-na-construcao-de-reputacao/">Como a Onzex reposicionou a Marejada como um festival de padrão nacional sem perder suas raízes</a> apareceu primeiro em <a href="https://tellacomunicacao.com.br">Tella Comunicação</a>.</p>
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